segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Meia-cor

Uma violeta brotou no telhado do meu edifício
O abismo lancinante, que já esperava o ocorrido, engoliu o edifício
Os carros vermelhos buzinaram durante dez horas
E as fendas invisíveis dançaram no meu quadril
Nessa hora, o compasso do meu corpo pediu pra ficar
Mas o espaço negro do meu rabo-de-cavalo não deixou.

Um comentário:

Douglas Dickel disse...

Well done. Come on everybody. Stay tuned. Remember this name. New angel flies. Small flowers crack concrete. I'm her/your fan (baby).